Um café em Paris e um em São Paulo

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Paris tem tantas maravilhas, que é até injusto escolher apenas uma, mas o Museu D’Orsay ganhou meu coração. Eu já imaginava que seria assim antes mesmo de conceber a possibilidade de ir a Paris.
Sonhava com os impressionistas, com os corredores da antiga estação ferroviária, que virou museu, com o grande relógio, que serve de pano de fundo para os turistas ávidos por fotografar tudo. Nenhuma fotografia poderia reproduzir a minha emoção, por estar naquele lugar.

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A estrutura do museu foi erguida em 1900 para a famosa Exposição Universal, depois disso, tornou-se o famoso D’Orsay, que abriga obras produzidas entre os anos de 1848 a 1914, um dos períodos mais criativos da história da arte.
O acervo do museu inclui obras de Monet e Manet, Degas, Matisse, Cézanne, Van Gogh, entre outros. Estão lá os sublimes: “Bal du moulin de la Galette”, de Pierre-Auguste Renoir e “Noite estrelada sobre o Ródano”, pintura de Vincent van Gogh.

Acabei me estendendo demais nessa introdução, o meu objetivo é falar do maravilhoso café do Museu D’Orsay, que tem vista para o Sena e para o Museu do Louvre. Mas surpresa mesmo foi ver o nome do lugar: Café Campana!
Sim, eles mesmos, os irmãos brasileiros Humberto e Fernando Campana. O espaço foi todo projetado pela dupla de designers e recebeu o nome deles.

Em 2011, o Theatro Municipal de São Paulo reabriu suas portas após um período de reformas, e adivinhem quais foram os responsáveis pela repaginada do Café do Theatro? Os mesmos irmãos Campana.
Diferentemente do que fizeram no D’Orsay, que tem um dos cafés mais modernos que eu já vi na vida, no Café do Theatro, os elementos atuais dialogam com a arquitetura clássica do local. Há uma harmonia entre o novo e o antigo, que proporciona uma sensação de conforto. O antigo visitante do museu, não tem a impressão de que está tudo diferente, ainda é o mesmo lugar, mas mais bonito.

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Os formatos irregulares e assimétricos, bem característicos dos irmãos, estão presentes nas mesas, luminárias e no grande espelho atrás do balcão.
Além de serem lindos de morrer, também servem cafés, sucos, vinhos, comidinhas, que é o que interessa num café.

O Museu D’Orsay abre diariamente das 9h30 às 18h. Às quintas fecha mais tarde, às 21h45. Mais informações no site: www.musee-orsay.fr/

O Café do Theatro Municipal abre de segunda a sábado das 9h às 15h. No almoço e no café da manhã há serviço de bufê, com preço fixo e esquema “como à vontade”, e opções à la carte.

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Flaviuska
Consumidora voraz de cultura. Apaixonada por arte, gente, lugares, comidas, bebidas, shows, livros, longas caminhadas, Rússia, Machado de Assis e Tchekhov.

3 COMENTÁRIOS

  1. Flávia,

    você acredita que eu nunca fui no café do Teatro Municipal? Que vergonha! kkk E eu nem sabia dessa coincidência. Que bacana!

    • Pois é, eu quase caí para trás quando vi a plaquinha com a foto dos irmãos Campana lá no D’Orsay. São lindos os dois cafés, mas o nosso é bem mais em conta.

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